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12 de novembro de 2013

«Timorenses assinalam 22 anos do massacre de Santa Cruz»

Na RTP: "Uma imagem pode ser mais forte que um exército e há imagens que mudam o rumo da História. A História de Timor-Leste começou a mudar há 22 anos, quando o mundo viu horrorizado o massacre do cemitério de Santa Cruz, em Díli." [reportagem]

«Jovens estão na linha da frente para continuar Timor-Leste diz Presidente no 22º aniversário do massacre de Sta Cruz»

Na RTP (via Lusa): "O Presidente de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, afirmou, numa mensagem divulgada por ocasião do Dia Nacional da Juventude, que hoje se celebra, que os jovens estão na linha da frente para continuarem a construção do país. "Vocês jovens estão na linha da frente para continuarem com a independência", referiu o chefe de Estado timorense na mesma mensagem, por ocasião do Dia da Juventude, que assinala também o 22.º aniversário do massacre de Santa Cruz." [notícia integral]

10 de setembro de 2009

«Cinco de Balibó: crime de guerra investigado»

No DN: "A polícia federal australiana vai investigar como crime de guerra o caso dos cinco jornalistas mortos em Balibó, Timor-Leste, em 1975. Médico legista contraria versão de fogo cruzado e fala em assassínio deliberado. A polícia federal australiana indicou ontem que está a investigar como crime de guerra o caso dos cinco jornalistas australianos, britânicos e neozelandês que foram mortos em Balibó, Timor-Leste, a 16 de Outubro de 1975." [notícia completa]

5 de setembro de 2009

«D. Ximenes Belo e os caminhos da independência de Timor»

Na TSF: "Problemas de saúde obrigaram-no a resignar ao governo da diocese de Dili. Recuado da pátria que ajudou a libertar, D. Carlos Ximenes Belo escreve agora em Portugal a história dos 450 anos da igreja de Timor-Leste. Em entrevista à TSF, o antigo bispo de Dili revela dados novos dos difíceis caminhos da independência daquele país que há dez anos participou num dos mais arrojados referendos de sempre." [notícia e áudio]

4 de setembro de 2009

«Jorge Sampaio avalia caminho dos timorenses até aos dias de hoje»

Na TSF: "Em 1999, Portugal uniu-se em nome de uma causa. Nos dias trágicos que se seguiram ao referendo em Timor, Jorge Sampaio desempenhou um papel fundamental na mobilização da comunidade internacional. Passada uma década, o jornalista Manuel Acácio foi tentar perceber como é que o antigo Presidente da República portuguesa avalia o caminho precorrido até aos dias de hoje pelos timorenses." [áudio]

31 de agosto de 2009

«Os sons que fizeram história»

Na TSF: "Na semana em que Timor-Leste assinala o 10º aniversário do referendo da independência, a TSF recorda os sons que fizeram história na História da mais jovem nação do mundo." [áudio]

«O balanço dez anos depois do referendo»

Na TSF: "Em 1999, Portugal uniu-se por uma causa - Timor-Leste. Dez anos depois, que balanço fazemos do caminho percorrido pelos timorenses depois do referendo da independência?" [áudio]

«Díli recebeu reunião histórica dos chefes de três diplomacias»

No DN: "Pela primeira vez após décadas de contencioso, Díli foi, ontem, palco de uma reunião entre os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Timor-Leste e Indonésia. Um encontro classificado como "histórico" e que marca uma nova fase nas relações Lisboa-Jacarta." [artigo integral]

«Ordem de Timor-Leste atribuída a Guterres e Jaime Gama»

No PÚBLICO: "O antigo primeiro-ministro português António Guterres e o ministro dos Negócios Estrangeiros dessa altura, Jaime Gama, foram ontem condecorados em Díli com a Ordem de Timor-Leste, pela forma como contribuíram para a concretização do referendo em que há dez anos a população do território optou pela independência. "Agradeço-lhe, Jaime Gama, a sua paciência inesgotável, a serenidade perante a adversidade e a sua grande capacidade como diplomata", disse o chefe de Estado timorense, José Ramos-Horta, em referência ao actual presidente da Assembleia da República." [artigo integral]

30 de agosto de 2009

«Amado rejeita ver Timor como 'Estado falhado'»

«Referendo em Timor foi há 10 anos»

«Memorial dos Mártires recebe primeiros heróis da libertação»

No DN: "Numa cerimónia carregada de emoção, Ramos-Horta inaugurou monumento que lembra os resistentes à ocupação indonésia. Foi o momento mais alto da celebração do décimo aniversário do histórico referendo." [artigo integral]

«1200 mortos»

" (...) Apesar das ameaças feitas pelas milícias que queriam que tudo continuasse na mesma, 98,6 por cento do eleitorado potencial pronunciou-se e apenas 21,5 por cento disse querer continuar a ser uma província da Indonésia. Seguiram-se actos de grande violência, em que essas milícias, enquadradas pelo Exército ocupante, causaram mais de 1200 mortos e obrigaram 250.000 pessoas a fugir para a parte indonésia da ilha de Timor. Foi o capítulo final de uma presença indonésia que se saldara em cerca de 183.000 mortos, mais de um quinto de toda a população." [Fonte]

«Aniversário do referendo 'é digno de se celebrar'»

No PÚBLICO: "A eurodeputada socialista portuguesa Ana Gomes está em Díli porque "é digno de se celebrar" o décimo aniversário do referendo em que 78,5 por cento dos cidadãos timorenses escolheram ser independentes, após quase 24 anos de ocupação indonésia. "Timor-Leste vive hoje em liberdade, em democracia, no caminho para a prosperidade. E Portugal merece crédito pelo sentido de oportunidade diplomática com que conduziu todo o processo", afirmou por telefone ao PÚBLICO Ana Gomes, que, na altura, era chefe da secção de interesses portugueses em Jacarta. E mais tarde viria a ser embaixadora na mesma cidade." [artigo integral]

29 de agosto de 2009

«A história de Pedro Unamet...»

«Pedro Unamet - filho do referendo»

No DN: "Dez anos depois de comover o mundo com o seu nascimento atribulado, Pedro Unamet Rodrigues quer uma PlayStation, emigrar para a Austrália e ser ministro da Saúde. Mas para já deseja dar uma prenda a Ian Martin, o chefe da missão da ONU em Timor na altura do referendo. A história de Pedro Unamet Rodrigues teve início antes de o menino nascer. Logo que Ian Martin, chefe da missão da ONU (Unamet) em Timor-Leste, anunciou a vitória da independência, cinco dias depois da consulta popular de 30 de Agosto de 1999, a orgia de violência arrancou. Entre a fúria das milícias timorenses integracionistas, enquadradas pelo exército indonésio, e a fuga do pessoal estrangeiro de Díli, uma mulher no fim da gravidez tentava sobreviver." [artigo integral]

28 de agosto de 2009

«Independência foi a votos há 10 anos»

No Sapo: "Há 10 atrás, Timor-Leste estava prestes a dar um passo decisivo em direcção à independência: no dia 30 de Agosto de 1999, o povo timorense foi chamado às urnas para decidir se o país estava ou não pronto para assumir o seu próprio caminho." [artigo integral]

«Resultado do referendo foi negociado para não humilhar Indonésia, diz Mari Alkatiri»

Na TSF: "O líder da Fretilin revelou, esta sexta-feira, que o resultado da consulta popular, que conduziu há dez anos o país à independência, foi negociado para não humilhar e a Indonésia. O ex-primeiro-ministro de Timor-Leste revelou , em declarações à agência Lusa, que o sim à independência foi muito mais expressivo do que o resultado apresentado na altura pelas Nações Unidas. «Soubemos que tinha havido uma negociação no sentido de reduzir a vantagem do voto pela independência, de 90 por cento para 70 e tal, para não humilhar demasiado a Indonésia», disse Mari Alkatiri, que, em 30 de Agosto de 1999, se encontrava em Maputo, capital de Moçambique." [notícia integral]

Ximenes Belo recorda «momento memorável»

No DN (Lusa): "O Nobel da Paz e bispo emérito de Díli, D. Ximenes Belo, recordou ontem a consulta popular de 30 de Agosto de 1999 , definindo-a como "um momento memorável". E foi "um momento memorável por que todos os timorenses participaram", tendo acorrido "em massa às urnas, e através desse instrumento jurídico, manifestaram o seu desejo de se libertarem e construírem um país novo, livre e independente". [notícia integral]

«A Consulta Popular foi oportunidade única para Timor»

No DN(Lusa): "Domingo completam-se 10 anos sobre a data do referendo em que Timor-Leste escolheu a independência, na única ocasião disponível para aproveitar as condições políticas internas na Indonésia, que ocupava o território. Na opinião de personalidades ouvidas na passagem do 10º aniversário da consulta popular, se o referendo não fosse feito naquela ocasião, não se saberia quando se poderiam voltar a juntar condições para tal acontecer." [notícia integral]